Entender código que ninguém explica
"O que essa classe faz, quem chama ela e o que quebra se eu mudar a assinatura?"
Ele lê o fonte, segue as referências e te devolve o mapa. Onboarding de dias vira conversa de minutos.
Inteligência artificial ligada direto no seu SAP, e agora na sua máquina
Entender um programa que ninguém documentou. Descobrir o que aquele transporte vai quebrar. Achar a causa de um dump. Contar quantas ordens o cliente fez no ano. E, na mesma frase, ver o resultado virar planilha na sua pasta, arquivo aberto na tela, transação preenchida no SAP GUI. O que consumia uma tarde inteira, entre transações, exportações e copiar-e-colar, agora cabe num pedido só.
Você usa o seu próprio usuário SAP. Tudo o que for feito fica registrado.
Exemplos reais de perguntas que o assistente responde lendo o seu sistema na hora, sem você abrir uma transação.
"O que essa classe faz, quem chama ela e o que quebra se eu mudar a assinatura?"
Ele lê o fonte, segue as referências e te devolve o mapa. Onboarding de dias vira conversa de minutos.
"Esse transporte é seguro? Ele conflita com algo que já está aberto?"
Objetos do transporte, quem depende deles, colisão com outras requests e o resultado do ATC, tudo antes de liberar.
"Por que esse programa dumpou ontem à noite?"
Ele abre o dump, lê a pilha de chamadas, olha o fonte na linha exata e explica o que aconteceu.
"Quantas ordens o cliente 4711 fechou em 2024, e quanto somou?"
Pergunta em português, resposta com o número certo e a query que ele usou para chegar nela.
"Monte a especificação técnica desse pacote."
Ele lê os objetos de verdade e escreve a documentação a partir do sistema, não da memória de alguém.
"Roda o ATC aqui e me traz só o que é prioridade 1."
Achados priorizados, com o ponto exato no código e a correção sugerida.
Até aqui o assistente lia o SAP e te devolvia texto, e você fazia o resto à mão: exportar, colar na planilha, salvar, abrir, digitar de volta. Esse resto acabou. O MCP do Windows entra ao lado do MCP do SAP na mesma conversa: um lê o sistema, o outro age no seu computador. A ponte entre os dois deixa de ser você.
"Traz as ordens em aberto desse cliente e monta a planilha do jeito que eu mando pro comercial."
Ele consulta no SAP, escreve o arquivo .xlsx na sua pasta e te diz onde salvou. Sem download, sem transformar, sem colar coluna por coluna.
"Preenche essa transação com os dados dessa lista, uma linha por vez."
Quando não existe BAPI nem serviço, ele opera o SAP GUI pela tela, lendo os campos pelo nome, não chutando coordenada, e faz o trabalho repetitivo que ninguém quer fazer.
"Monta a especificação técnica desse pacote e salva na pasta do projeto."
Lê os objetos reais do sistema, escreve o documento e grava o arquivo no lugar certo. Você abre o resultado, não um texto para copiar.
"Me avisa quando aquele job terminar."
Ele fica de olho em segundo plano e chama você quando o fato ocorre, em vez de você conferir de dez em dez minutos. Enquanto nada acontece, silêncio (e custo zero).
"O que está escrito naquela janela travada?"
Captura, lê os elementos e, quando o texto é imagem, reconhece por OCR. Serve para sistema legado, emulador e aquele aplicativo que ninguém integra.
"Desfaz a última alteração no arquivo."
Antes de sobrescrever qualquer coisa ele guarda o conteúdo anterior. O que dá para desfazer, ele desfaz; o que não dá, ele avisa antes em vez de tentar.
O MCP do Windows roda no seu computador, com Windows e Node.js 20 ou superior. É liberado por perfil, e a maioria das contas começa só com percepção, que lê e não altera nada.
Quatro passos. Nenhum deles exige que alguém instale um servidor por você.
Preenche o formulário com o email corporativo e escolhe a sua senha. Nada é liberado ainda: a solicitação entra numa fila.
Quem administra decide os pacotes de ferramentas, a cota mensal e o prazo da sua conta. É aqui que o acesso nasce.
Entra no painel com a senha que já escolheu e escolhe o que instalar: só o SAP, só a sua máquina, ou os dois num comando só, e ainda dá para somar a máquina depois, ao lado do SAP que já está funcionando. Copiar, colar, pronto.
Informa o host, o mandante e o seu usuário SAP. Você opera no SAP com a SUA identidade, nunca com um usuário genérico.
Um assistente com acesso ao SAP só é aceitável se cada acesso tiver dono, limite e registro. É o que o gateway faz.
Cada conexão contrata pacotes: leitura, escrita, deleção, reservado. A ferramenta fora do pacote não aparece na lista e é recusada se for chamada pelo nome.
O token é atado à primeira máquina que o usa. Copiado para outro computador, ele para de funcionar. A cópia não vira um segundo acesso.
Cada pessoa autentica com o próprio usuário SAP, dentro de uma allowlist por conexão. Não existe login genérico compartilhado.
Toda chamada vira registro: quem, qual ferramenta, sob qual usuário SAP, de qual IP e com que resultado. Inclusive as tentativas recusadas.
Limite mensal de chamadas por conexão e prazo de validade opcional. Vencido o prazo, o acesso fecha sozinho em todas as portas.
Revogação e desativação valem no acesso seguinte, sem depender de ninguém desinstalar nada na ponta. Vale igual para o SAP e para a máquina: os dois usam o mesmo acesso.
O MCP do Windows nasce desligado. A TI concede por perfil, percepção, arquivos, controle de tela, vigilância, destrutivo, e a escolha vira política gravada na instalação. O que não foi concedido não existe naquela máquina.
A trilha registra o que foi feito e onde·"gravou neste arquivo", "executou este comando", nunca o conteúdo escrito, digitado ou lido. Auditoria do que a automação fez, não cópia do que você produziu.
Observar a máquina continuamente revela o que a pessoa está fazendo, por isso é um perfil à parte, que não vem junto com nenhum outro, exige alvo nomeado e expira sozinho.
Todos entregam a plataforma inteira: as mesmas ferramentas, a mesma trilha e a mesma governança. O que muda é quantas pessoas operam e qual volume de consulta o seu time precisa por mês.
Carregando planos…
O volume indicado é a cota mensal de consultas por conexão. Investimento e condições de contrato são definidos na conversa comercial, conforme o número de pessoas, os ambientes envolvidos e o volume que fizer sentido para o seu caso. A avaliação é liberada pela sua área de TI e não tem custo.
Preencha com o seu email corporativo e escolha a senha que você usará no painel. A conta só passa a valer depois que a TI aprovar, e aí é essa mesma senha que entra.